De acordo com a prestação de contas para sua candidatura a deputado distrital, o irmão de Michelle Bolsonaro, Eduardo Torres (PL-DF), informou um aumento de R$ 425 mil em seu patrimônio no últimos quatro anos, durante o mandato do cunhado. Se em 2018 Torres não teria qualquer patrimônio declarado, neste ano declarou um veículo no valor de R$ 25 mil e outros R$ 400 mil em bens imobiliários não especificados.
Despreparado para atuar no Legislativo e fora de sintonia com a cidade, a principal bandeira de Eduardo Torres é dizer que é irmão de Michelle. Ele acha que pode enganar o eleitor brasiliense, que está cada vez mais atento aos paraquedistas que aparecem em ano eleitoral.
Segundo comentários dentro do PL, ele não será eleito deputado distrital porque o eleitor está atento e o partido tem nomes melhores, mais competitivos e preparados.
E fica a pergunta: que história tem Eduardo Torres na defesa do DF? Ser irmão da primeira-dama não significa ser competente nem simpatico.







