A festa de lançamento da candidatura da deputada Paula Belmonte ao senado até que foi bem prestigiada, porém o convidado de honra não deu as caras. O “mestre de cerimônias” do evento, o performático ex-senador Hélio José, parecia uma mistura de Raul Gil com Marcos Mion. Paula Belmonte recebeu pelo menos um apoio para lá de inusitado: o ultra direita PRTB e sua frente bolsonarista fizeram juras de amor à candidata a senadora, que por sua vez votará em Izalci (caso Reguffe arregue) e Dória.Será que Bolsonaro vai gostar de saber que “seu” povo não votará nele e ainda se aliará ao “inimigo”?
Mas de fato, o que não foi visto na festa de ontem é o que verdadeiramente mais importa. A ausência de Reguffe sinaliza muito mais do que sua inesgotável indecisão quanto ao seu destino político. Numa analogia popular, a mensagem que fica é de que a candidatura de Reguffe ao Buriti subiu no telhado.
A bem da verdade, a cúpula do União Brasil tem feito uma torcida surda para que o senador Reguffe dispute uma cadeira para a Câmara Federal, afinal de contas, no universo das “criptomoedas” partidárias, o que dá dinheiro aos partidos é o número de deputados federais eleitos. Nesse contexto, não restam dúvidas que Reguffe se elegeria com a maior votação, como sempre, e de quebra levaria mais dois federais com ele.
Enquanto isso, no jardim de Reguffe, o senador brinca de bem me quer, mal me quer!







