O percentual estabelecido pela agência deve ser aplicado na tarifa residencial. Para as empresas, reajuste pode chegar a 7,47%
A Agência Reguladora de Águas Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) propõe reajuste das tarifas de água a partir de 1º de junho. Para residências, a nova tarifa proposta tem alta de 9,65%. Para empresas, o índice é de 7,47%.
A proposta foi discutida em audiência pública, quando sugestões foram apresentadas durante o processo de debates, encerrado no último dia 5. O reajuste será definido e anunciado no próximo dia 26 pela agência.



Adasa fez uma audiência pública virtual neste mês
O valor da conta de água acompanha os índices inflação
O reajuste final deve ser definido até 26/4
De acordo com a Adasa, o objetivo do aumento é acompanhar os principais índices de inflação. Por isso, o reajuste é anual, feito a partir de solicitação da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb).
O reajuste anual tem como base legal o contrato de concessão firmado entre a concessionária e a Adasa. Para chegar ao percentual final, são consideradas variações como custos não gerenciáveis pela concessionária, cesta de índices de inflação e outros ajustes financeiros.
Os custos gerenciáveis são aqueles reajustados com base na variação de índices inflacionários, como o Índice Geral de Preços no Mercado (IGP-M) e o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e na variação do preço da energia elétrica.
De acordo com Raimundo Ribeiro, presidente da Adasa, a energia elétrica é um dos principais custos da Caesb e influenciou bastante no percentual de reajuste da tarifa de água. “O gasto com energia incluído na tarifa é reajustado conforme o aumento de custos que a Caesb observou no ano anterior”, explicou.








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