Há 4 anos que a advogada tributarista Adriana Mangabeira Wanderley (foto acima) luta contra a corrupção no Judiciário de Alagoas. Ela fez várias denúncias às autoridades brasileiras e até estrangeira (Corte Interamericana de Direitos Humanos), e finalmente a Justiça começa a ser feita.
Em 2019, Adriana Mangabeira denunciou no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) o Corregedor-Geral do Tribunal de Justiça de Alagoas, Fernando Tourinho, em suposto ‘rolo’ em cartório e salvo-conduto Clique aqui. Ela também denunciou desembargadores, inclusive o então presidente do TJAL, Tutmés Airan.

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (4) operação “Pecunia Non Olet”, para cumprir 15 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), no interesse de investigação que apura crimes, em tese, praticados por membros do Poder Judiciário do Estado de Alagoas.
Os mandados foram cumpridos em cidades de Alagoas e em Curitiba/PR. Entre os envolvidos estão dois desembargadores e um juiz.

Até o momento, apenas o nome do desembargador Celyrio Adamastor Tenorio Accioly (foto acima) foi confirmado (Aliás, é graças a uma liminar do desembargador Celyrio Accioly que o deputado federal Arthur Lira (PP-AL) ainda está no mandato).
“Finalmente a Justiça começa a ser feita e em breve teremos novidades. É preciso mesmo investigar a fundo todas as denúncias, para o bem de nosso Judiciário que não pode ser desgastado por quem não zela pelas leis. A faxina no Judiciário alagoano começou”, afirmou Mangabeira.







