A Organização Mundial da Saúde (OMS) elaborou um documento em que dá instruções aos países sobre como proceder com a implementação dos passaportes de vacinação. De acordo com o Brasil sem Medo, a iniciativa recebeu financiamento de governos e instituições como o governo da Estônia, Fundação Botnar, Estado do Kuwait e as polêmicas Fundação Rockefeller e Fundação Bill e Melinda Gates, envolvidas com a indústria farmacêutica.
“Este é um documento de orientação para países e parceiros de implementação sobre os requisitos técnicos para o desenvolvimento de sistemas de informação digital para a emissão de certificados digitais interoperáveis baseados em padrões para o status de vacinação Covid-19 e considerações para a implementação de tais sistemas, para fins de continuidade de cuidados, e comprovante de vacinação”, conclui a pequena introdução ao documento, que pode ser baixado aqui.
Ainda de acordo com a publicação, a OMS vê a oportunidade de criar um banco de dados com registros digitais de imunizações infantis, demonstra intenções de padronizar a medida em nível global, além de exigir requisitos mínimos para os países que realizarem a implantação, como “avaliar o impacto das implicações éticas, de privacidade e riscos potenciais que podem surgir com a implementação do passaporte; estabelecer as políticas para o uso apropriado dos dados”, dentre outras coisas.
No Brasil, cidades como Rio de Janeiro e São Paulo já aderiram em algum nível a um sistema de controle vacinal, mesmo que não similar ao da OMS.
FONTE: TERÇA LIVRE







